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terça-feira, 14 de agosto de 2012

INCRÍVEL!!! Um homem quase acabou surdo de tanta cera no seu ouvido

 


O cerúmem ou cerúme, conhecido popularmente como “cera” ou “cera de ouvido”, é uma secreção proveniente das glândulas sebáceas que se encontram situadas no canal auditivo externo, denominado de meato acústico externo é produzido em pequenas quantidade e sai espontaneamente. Têm função antimicrobiana, decorre do seu pH ser levemente ácido, eliminando grande parte das bactérias aeróbicas.
Algumas pessoas produzem essa secreção oleosa em grande quantidade, sendo umas das causas mais prováveis o excesso de limpeza e alterações do organismo da pessoa que influenciam na fisiologia da produção do cerúmem, criando um tampão ceroso que pode levar a surdez se não removido por um especialista.
O homem do vídeo, estava começando a ter sintomas de surdez e seu otorrinolaringologista detectou um tampão ceroso. Aí que começa a remoção difícil, pois a situação está séria.



Fonte: MLouco

Araçagi:Televisão cair em cima de criança em escola


Foto:Ilustrativa 

Um acidente deixou uma criança ferida na Escola Estadual Rodrigues de Carvalho, em Araçagi, na noite desta terça-feira (14), segundo informações repassada para nossa equipe o menino estava brincando numas das, sala da escola quando o mesmo bateu na televisão, que teria caído em cima dele. O menina foi levado as presas para a UPA de Guarabira.



Da Redação

Fugitivo da cadeia de Mamanguape é assassinado no Renascer III




A delegada Tereza Nogueira, vai investigar se o crime foi cometido por vingança ou acerto de contas
Derivaldo da Conceição, 33 anos, foi assassinado com vários tiros na noite desta segunda-feira (13), na comunidade Rabo da Gata no Renascer III município de Cabedelo.
Derivaldo cumpria pena na cadeia de Mamanguape, acusado de ter assassinado um Policial há cerca de oito anos. A vitima fugiu da cadeia publica de Mamanguape na noite de domingo (12), junto com outros nove detentos.
De acordo com informações da 2ª Companhia da Polícia Militar, o episódio ocorreu por volta das 22h30, quando o município sofreu dois “apagões”.
Os presos cerraram as grades de uma das celas e utilizaram uma corda para sair do local. Os nomes dos apenados foragidos ainda não foram divulgados pela direção da casa de detenção.
Confira relação dos presos:
1-Aleff Tomaz Carvalho da Silva, 18 anos, natural de Mamanguape, crime contra o patrimônio.
2- Edson Soares de Lima (Edinho de Paizinha ou Edinho da Caçamba), 24 anos, motorista, natural de Maranguape
3- Fernando Neto da Silva dos Santos (Neto ou Netinho)
4-Francisco de Assis Sena da Silva, 37 anos. Itapororoca/PB
5-Raimundo Alves de Freitas (Raimundinho), 20 anos.
6-Mizael Pereira Leite, 20 anos, Mataraca/PB, crime contra costumes.
7-José dos Santos Alves (Júnior), 19 anos.
8-Derivaldo da Conceição
9-Marcelo Santos da Cruz
10- Luiz Antônio da Silva Alves (Guaxinim), crime sexual, Mamanguape/PB.
Segundo informações de sua companheira, Jussara Guimarães dos Santos, Dorivaldo chegou em casa por volta das 10h da manhã de hoje, e informou à companheira que havia fugido da prisão.
De acordo com Jussara, o marido passou o resto do dia em casa e por volta das 19h30 um homem chegou chamando por ele, ao sair houve uma rápida discussão e Dorivaldo saiu correndo e foi assassinado a cerca de 200 metros de sua residência com vários tiros de pistola ponto 40.
A delegada Tereza Nogueira, vai investigar se o crime foi cometido por vingança ou acerto de contas. O corpo após ser periciado foi removido para o Gemol no Cristo Redentor, onde será necropciado.

da redação com plantão 190

Justiça acata pedido do MPPB e determina bloqueio de bens da Metta Concursos





O Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) requereu e a Justiça determinou o sequestro de bens imóveis, de veículos automotores e de embarcações registrados em nome da empresa Metta Concursos & Consultoria Ltda. e dos sócios Almir da Costa Pina e Edilane Barbosa de Souza. A juíza Shirley Abrantes Moreira Régis também decretou o bloqueio online, junto ao Banco Central do Brasil (Bacen), de qualquer valor depositado até o limite de R$ 6 milhões em contas em instituições financeiras do país em nome dos mencionados na sentença.

Almir Pina e Edilane Souza são acusados de integrar um esquema criminoso de fraude em concursos públicos, desarticulado no último dia 18 de junho, pela 'Operação Gabarito'. A decisão judicial foi comunicada nesta terça-feira (14) à Promotoria de Justiça de Gurinhém, que ingressou com medida cautelar.

Segundo os promotores que ingressaram com a petição, o valor corresponde aos danos que teriam sido causados aos cofres públicos e aos candidatos prejudicados com o esquema criminoso. “Milhares de cidadãos paraibanos foram subtraídos de diversas políticas públicas de educação, saúde e saneamento e tiveram gastos para participação nos concursos públicos realizados pela Metta. A cautela e a substancial quantia necessária à reparação das vítimas e do erário recomendam que sejam seqüestrados todos os bens dos investigados, tanto os móveis quanto os imóveis”, justificou a promotora de Justiça Jaine Aretakis Didier.

O MPPB também requereu ao juiz da Comarca de Gurinhém que os cartórios de registro de imóveis de Guarabira, Campina Grande e João Pessoa, o Departamento de Trânsito (Detran) e a Capitania dos Portos da Paraíba sejam notificados sobre a restrição judicial à alienação de bens, para que esses órgãos não promovam qualquer transferência de propriedade. Os valores depositados em instituições financeiras do país em nome dos acusados e da empresa também devem ser bloqueados.

Outra solicitação do Ministério Público, atendida pela Justiça foi a solicitação ao Bacen do envio de extratos detalhados dos últimos 24 meses de contas ou aplicações financeiras existentes nos nomes da Metta, de Almir da Costa Pina e de Edilane Barbosa de Souza.

Operação Gabarito

A Operação Gabarito foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco-MPPB), a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Civil para desarticular um esquema criminoso de fraude em concursos públicos, no município de Caldas Brandão (a 60 quilômetros de João Pessoa).

No dia 18 de junho, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária contra o dono da empresa Metta Concursos e Consultoria Ltda., o presidente e os membros da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Caldas Brandão. Eles são acusados de cometer crimes de frustração do caráter competitivo, formação de quadrilha, falsidade ideológica e corrupção ativa e passiva. A pena para esses crimes chega a 21 anos de prisão.

As investigações que resultaram na operação foram iniciadas na Promotoria de Gurinhém. Foi constatado que o esquema criminoso fraudava licitações, dispensas e inexigibilidades de licitação e concursos públicos destinados à contratação de profissionais da Estratégia Saúde da Família (também chamada de Programa Saúde da Família ou PSF) e de programas federais, como o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), Bolsa Família, Programa de Atenção Integral à Família do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Paif-Creas) e ProJovem, além de outros cargos do quadro do município.

Para garantir que pessoas indicadas por integrantes dos Poderes Executivo e Legislativo fossem aprovadas no concurso (a fraude era feita com o recebimento prévio da assinatura e da impressão digital dos “apadrinhados” em gabaritos adulterados com respostas preenchidas pela própria empresa), o processo de licitação era burlado para que, ao final, houvesse a escolha e a contratação da empresa Metta.

As irregularidades também levaram o MPPB a recomendar aos prefeitos e presidentes das Câmaras de Vereadores a anulação dos concursos públicos organizados pela Metta Concursos & Consultoria Ltda., onde os candidatos ainda não foram nomeados e empossados.

Nos casos em que já houve a nomeação e posse dos aprovados, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público (Caop do Patrimônio Público) orientou os promotores de Justiça a investigarem e ajuizarem ações civis públicas para anular o concurso, o que implicará na destituição dos aprovados que ingressaram no serviço público ilegitimamente.

A empresa realizou 44 concursos no estado da Paraíba, sendo que 20 estavam em andamento e 24 já finalizados.

Generais admitem que Exército do Brasil só aguentaria 1 hora de batalha em uma guerra


Assinada em 2008, a Estratégia Nacional de Defesa (END) prevê o reaparelhamento das Forças Armadas do país em busca de desenvolvimento e projeção internacional, mirando a conquista de um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). No entanto, poucas medidas previstas no decreto tiveram avanços desde então.

O Exército, que possui o maior efetivo entre as três Forças (são 203,4 mil militares), está em situação de sucateamento. Segundo relato de generais, há munição disponível para cerca de uma hora de guerra.

O G1 publica, ao longo da semana, uma série de reportagens sobre a situação do Exército brasileiro quatro anos após o decreto da END, assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram ouvidos oficiais e praças das mais diversas patentes - da ativa e da reserva -, além de historiadores, professores e especialistas em segurança e defesa. O balanço mostra o que está previsto e o que já foi feito em relação a fronteiras, defesa cibernética, artilharia antiaérea, proteção da Amazônia, defesa de estruturas estratégicas, ações de segurança pública, desenvolvimento de mísseis, atuação em missões de paz, ações antiterrorismo, entre outros pontos considerados fundamentais pelos militares.

O Exército usa o mesmo fuzil, o FAL, fabricado pela empresa brasileira Imbel, há mais de 45 anos. Por motivos estratégicos, os militares não divulgam o total de fuzis que possuem em seu estoque, mas mais de 120 mil unidades teriam mais de 30 anos de uso.

Carros, barcos e helicópteros são escassos nas bases militares. O índice de obsolescência dos meios de comunicações ultrapassa 92% - sendo que mais de 87% dos equipamentos nem pode mais ser usado, segundo documento do Exército ao qual o G1 teve acesso. Até o início de 2012, as fardas dos soldados recrutas eram importadas da China e desbotavam após poucas lavadas.

A Estratégia Nacional de Defesa elencou entre os pontos-chave a proteção da Amazônia, o controle das fronteiras e o reaparelhamento da tropa, com o objetivo de obter mobilidade e rapidez na resposta a qualquer risco. Defesa cibernética e recuperação da artilharia antiaérea também estão entre os fatores de preocupação.

Um centro de defesa contra ataques virtuais começou a ser instalado pelo Exército em 2010, em Brasília, mas ainda é enxuto e não conseguiu impedir ataques a uma série de páginas do governo durante a Rio+20, em junho deste ano.

O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), iniciativa que busca vigiar mais de 17 mil quilômetros de divisas com 10 países, começará a ser implantado ainda em 2012, com um teste na fronteira do Mato Grosso do Sul com Paraguai e Bolívia.

Segundo o general Walmir Almada Schneider Filho, do Estado-Maior do Exército, a Força criou 245 projetos para tentar atingir os objetivos da Estratégia Nacional de Defesa. Ele afirma que os recursos, porém, chegam aos poucos.

Nos últimos 10 anos, a percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) investido em defesa gira em torno de 1,5%, segundo números do Ministério da Defesa - em 2011, o valor foi de R$ 61,787 bilhões. Durante a crise econômica, entre 2003 e 2004, o índice chegou a 1,43%. O maior percentual foi registrado em 2009, quando 1,62% do PIB foram destinados para o setor.

Em 2012, o Exército receberá cerca de R$ 28,018 bilhões, mas 90% serão destinados ao pagamento de pessoal. Desde 2004, varia entre 9% e 10% o montante disponível para custos operacionais e investimentos.

A ideia do ministro da Defesa, Celso Amorim, é elevar gradativamente os gastos com defesa para a média dos demais países dos Brics (Rússia, Índia e China), que é de 2,4%. Segundo afirmou em audiência no Senado, o objetivo é fazer o Brasil ter maior peso no cenário internacional.

“Nós perdemos nossa capacidade operacional, sabemos dessa defasagem. A obsolescência é grande. Por isso, um dos nossos projetos busca a recuperação da capacidade operacional. Até 2015, devemos receber R$ 10 bilhões só para isso”, afirma o general Schneider Filho, responsável pelos estudos da END no Estado-Maior do Exército.

Falta munição - Dois generais da alta cúpula, que passaram para a reserva recentemente, afirmaram ao G1 que o Brasil não tem condições de reagir a uma guerra. “Posso lhe afirmar que possuímos munição para menos de uma hora de combate”, diz o general Maynard Marques de Santa Rosa, ex-secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.

“A quantidade de munição que temos sempre foi a mínima. Ela quase não existe, principalmente para pistolas e fuzis. Nossa artilharia, carros de combate e grande parte do armamento foram comprados nas décadas de 70, 80. Existe uma ideia errada de que não há ameaça. Mas se ela surgir, não vai dar tempo de atingir a capacidade para reagir”, alerta o general Carlos Alberto Pinto Silva, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres (Coter), que coordena todas as tropas do país.

“Nos últimos anos, o Exército só tem conseguido adquirir o mínimo de munição para a instrução. Os sistemas de guerra eletrônica (rádio, internet e celular), a artilharia e os blindados são de geração tecnológica superada. Mais de 120 mil fuzis têm mais de 30 anos de uso. Não há recursos de custeio suficientes”, diz Santa Rosa. Ele deixou o Exército em fevereiro de 2010, demitido por Lula após chamar a Comissão da Verdade, que investiga casos de desaparecidos políticos na Ditadura, de “comissão da calúnia”.

Segundo o Livro Branco, documento que reúne dados sobre a defesa nacional, o Exército possui 71.791 veículos blindados, a maioria deles comprados há mais de 30 anos. Apenas um é do modelo novo, o Guarani, entregue em 2012 e que ainda está em avaliação. Um contrato inicial de R$ 41 milhões foi fechado para a aquisição dos primeiros 16 novos carros de combate. No último dia 7, um novo contrato foi assinado para a aquisição de outras 86 viaturas Guarani, ao custo de R$ 240 milhões.

"Nenhuma nação pode abrir mão de ter um Exército forte, que se prepara intensivamente para algo que espera que nunca ocorra. A população tem que entender que é preciso ter essa capacidade ociosa, sempre, para estar pronto para dar uma resposta se um dia for necessário", defende o general Fernando Vasconcellos Pereira, diretor do Departamento de Educação e Cultura do Exército.

Riscos e ameaças - Para saber quais equipamentos, tecnologias e armas precisam ser compradas e que outras mudanças são necessárias, o Exército criou o Grupo Lins, que reúne uma equipe para prever cenários de conflitos ou crises - internos ou externos - em que a sociedade e os políticos possam exigir a atuação dos militares até 2030.

O objetivo é antever problemas, sejam econômicos, sociais, de segurança pública ou de calamidade, e saber quais treinamentos devem ser dados aos soldados até lá.

Nesses cenários, a Amazônia e as fronteiras estão entre as maiores preocupações. O texto revisado da Estratégia Nacional de Defesa, entregue pelo governo ao Congresso Nacional em 17 de julho, destaca "a ameaça de forças militares muito superiores na região amazônica”.

Para impedir qualquer ataque, o Exército prepara o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que, através de um conjunto de sensores, radares e câmeras, permitirá a visualização de tudo o que ocorre nas fronteiras em tempo real. Os equipamentos facilitarão a repressão ao tráfico de drogas e armas, ao contrabando e aos crimes ambientais. A previsão é de que o sistema esteja totalmente operando em 2024.

O alto valor que o governo pretende passar para o Sisfron - R$ 12 bilhões até 2030 – movimentou o mercado nacional e fez com que empresas se unissem buscando soluções para vencer a licitação em andamento. Entre as interessadas estão Odebrecht, Andrade Gutierrez e Embraer, que fizeram parcerias com grandes indústrias do setor.

Para o historiador e criador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Geraldo Cavanhari, o Exército está em transformação e precisa se adequar para os inimigos do futuro. “O inimigo, seja interno ou externo, agora está extremamente bem armado. Por enquanto, não temos ameaças explícitas, mas temos que cuidar da nossa casa e estar preparados para responder, caso seja necessário”.

O general da reserva Carlos Alberto Pinto Silva diz que o problema continua sendo o orçamento. "Um coronel argentino me disse que eles aprenderam na guerra nas Malvinas que, se não existe a capacidade mínima de responder, não dá tempo para adquirir. Não adianta chorar depois”, afirma.

Mudança de percepção - Estudioso da área, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Ronaldo Fiani entende que a abertura democrática e a criação do Mercosul provocaram mudanças na forma da população conceber a proteção do país, Consequentemente, foram feitos cortes nos investimentos militares. “O fim da ditadura e a união dos países latinos fez com que houvesse enfoque em integração, com diminuição do investimento na área militar", explica.

Burocracia, crises financeiras e déficit fiscal também são entraves para maior disponibilidade de recursos. “A única forma dos militares receberem mais investimentos é se integrando à pesquisa acadêmica e às empresas, como ocorre nos países desenvolvidos", diz Fiani.

O general Walmir Almada Schneider Filho concorda com o professor. “No primeiro mundo, o povo tem a mentalidade de que defesa e desenvolvimento caminham juntos e complementam-se. Um impulsiona o outro. Nós não queremos chegar neste patamar [de país voltado para a guerra], mas criar uma mentalidade de defesa, para que o povo discuta o assunto", diz.

“Eu acho que a redução dos investimentos tem relação com o período militar e a própria mentalidade da população, que vê como melhor alternativa aplicar os recursos em outro setor fundamental, como saúde, educação, etc", acrescenta Schneider Filho.

"Não há um palmo sobre o território brasileiro que não esteja sob a responsabilidade de uma tropa do Exército. Somos a organização mais presente em todo o território e que tem meios de chegar o quanto antes em qualquer situação. Por isso, assumimos cada vez mais responsabilidades e temos que ter capacidade para atuar em situações de emergência”, diz o general José Fernando Yasbech, também do Estado-Maior do Exército.

Yasbech se refere aos múltiplos empregos do Exército em ações civis dentro do país, como as operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como a Constituição determina o emprego militar em casos graves de segurança pública. Além disso, o militares são convocados para o apoio em caso de enchentes, abertura de estradas, construção de pontes, distribuição de ajuda humanitária, apoio em eleições, combate à dengue e à aftosa, entre outros.

Proteger - Em 2012, mais uma linha de atuação está sendo aberta: os militares serão responsáveis pela defesa e proteção de infraestruturas estratégicas do país, como hidrelétricas, usinas nucleares, indústrias essenciais e centros financeiros e de telecomunicações a partir da criação do projeto Proteger. O programa terá recursos na casa dos R$ 9,6 bilhões e reunirá órgãos públicos dos estados e informações necessárias para prevenir, conter ou reprimir ataques ou acidentes nesses locais.

São mais de seis mil infraestruturas estratégicas existentes no país, sendo que 364 estão entre as mais críticas, conforme levantamento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

"O trabalho será tanto no sentido de prevenir acidentes nessas estruturas como também de identificar riscos e, eventualmente, contê-los", diz o general José Fernando Yasbech, que responde pelo projeto.

O trabalho começará no Paraná, com a implementação de um centro de ação conjunta com polícia, Bombeiros e Defesa Civil para defender a Usina de Itaipu.

“O reaparelhamento das Forças Armadas vai além de apenas dizer que um país pacifista está tomando uma atitude de se tornar mais bélico. O emprego dos militares tem sido bem diferente nos últimos anos, seja em ações de defesa civil, de segurança pública, de apoio aos órgãos estaduais. E isso demanda alterações estruturais profundas na política, na mentalidade da população e em investimentos”, diz Iberê Pinheiro Filho, mestre em Relações Internacionais e estudioso da Estratégia Nacional de Defesa.

Procurado para comentar a atual situação do Exército, o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger, que escreveu o texto da Estratégia Nacional de Defesa, disse que se considerava "moralmente impedido de falar" devido à "relação íntima e especial com as ações e tarefas de que tratará a reportagem".

"Direi apenas o que escrevi na dedicatória de um livro que dei à biblioteca do Exército, por mãos do general que a comanda: o Exército brasileiro é a mais importante instituição do Brasil", afirmou Mangabeira Unger ao G1.

Já o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, que também assinou a END em 2008, disse que não iria comentar a situação, pois não ocupa mais o cargo.


G1

domingo, 12 de agosto de 2012

Facebook poderá ter que suspender acesso em todo o Brasil por 24 horas


11 de Agosto de 2012

A rede social Facebook poderá ter que suspender o acesso dos usuários em todo o país por 24 horas por descumprimento da legislação eleitoral. A decisão é do juiz da 13ª Zona Eleitoral, de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch. No final da tarde dessa sexta-feira (10), o Facebook apresentou a Schuch pedido de reconsideração da decisão. O juiz ainda analisa o caso, que só deve ser decidido na próxima segunda-feira (13). Se a decisão do juiz for mantida, o Facebook deverá interromper o acesso à rede social e apresentar a informação de que o site está fora do ar por descumprir a legislação eleitoral. Se essa determinação não for atendida, a empresa terá que pagar multa diária de R$ 50 mil e o prazo de suspensão do Facebook no país será duplicado. De acordo com a decisão, o Facebook descumpriu uma liminar anterior que determinou que fosse retirada do ar a página “Reage Praia Mole”. A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP), de Florianópolis, que concorre à reeleição. O parlamentar argumentou que houve veiculação de “material depreciativo” contra ele, feita de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook. Segundo o TRE-SC, o Facebook poderá recorrer ao tribunal regional ou ainda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da sede, na Califórnia (Estados Unidos), para se manifestar.

Fonte: NE10/Blog Diniz K-9

Jaguaruana/CE: Cabra de 2 cabeças é mais uma aberração da natureza


Na manhã da última quarta-feira, na localidade de Passagem da Moita, zona rural da cidade, uma cabra deu à luz a um casal de cabritos.

Até aí tudo bem! Mas para a surpresa de todos, um dos filhotes nasceu com duas cabeças. 

A dona do animal, a senhora Neide, ficou comovida com a situação. Segundo ela, em toda a vida de criadora de caprinos, nunca tinha visto ou ouvido tal história. A cabrita de duas cabeças não anda, e é alimentada através de uma mamadeira.

O caso repercute de uma tal forma que muitas pessoas, até mesmo de localidades vizinhas, vão à residência de dona Neide para ver a curiosa cabritinha.

Veja o vídeo Abaixo:





Fonte: Iguatu.net e o controle da mente 

Furacão da CPI:‘Meu ex-namorado vazou o vídeo e ele vai pagar caro'. Confira!

O responsável pelo vazamento de um vídeo íntimo da advogada Denise Leitão Rocha foi o homem que aparece com ela nas imagens, afirmou a assessora parlamentar em entrevista no domingo (22). Mais tranquila, medindo as palavras, Denise aceitou conversar pelo telefone sobre o turbilhão em que foi mergulhada nos últimos dias, contou o que pretende fazer de agora em diante e comentou o momento em que a gravação foi feita, há seis anos. Sobre o homem que aparece na cena, Denise avisa, com a voz firme: “Ele vai pagar por isso”.

De acordo com a advogada, ela já está com tudo pronto para ir à Justiça contra o o homem que considera culpado. Não diz seu nome, tampouco onde ele trabalha. Mas conta que tudo ocorreu em 2006. Ele teria aproveitado para filmar no momento em que ela acordava.

- Foi uma pessoa de seis anos atrás que fez essa maldade comigo. Isso pode ser visto no vídeo, eu estava acordando. Ele vai pagar por isso. Eu sou advogada, não nasci ontem nem me formei ontem. Estou tranquila. Ele expôs a minha intimidade. É dele que eu quero ir atrás – prometeu.

A assessora reforçou que a gravação não foi feita nas dependências do Senado, o que, segundo ela, fica claro aos que assistiram ao vídeo vazado na internet. Criticou ainda os boatos que rondam a situação e diz temer o prejuízo que a disseminação das imagens pode causar em sua vida.

Sobre o futuro, quer conciliar a busca por justiça com a reconstrução de sua imagem.

- Vou procurar restabelecer a minha dignidade. Isso não tem quem pague. Mas tudo isso, essa pessoa (que vazou o vídeo) vai pagar.

Extra

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Maior crocodilo do mundo está em cativeiro

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Lolong, como foi batizado por seus capturadores, é responsável por vários ataques fatais e mede cerca de 6,17 metros, com um peso aproximado de uma tonelada.

O réptil já era uma estrela antes de ser reconhecido com o recorde ao ser uma das atrações mais badaladas da cidade de Bunawan, no sul das Filipinas, onde habita em um parque natural.

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Mais de cem pessoas foram necessárias para capturar e tirar da água este espécime em uma caça que se prolongou por três semanas.

Uma vez em terra firme, o crocodilo foi transportado em guindaste até seu novo lar.

Até hoje o recorde era de um exemplar australiano de 5,48 metros de comprimento.

Os crocodilos de água salgada são os maiores répteis do mundo e habitam zonas pantanosas do sudeste asiático e do norte da Austrália. (Postado por O Controle da Mente - Fonte: Revista Exame)

Governo Federal bloqueia 12 mil benefícios do Bolsa Família na Paraíba


Governo Federal bloqueia 12 mil benefícios do Bolsa Família na Paraíba

Um total de 12.461 beneficiários do Bolsa Família, na Paraíba, estão com o recurso bloqueado desde julho por não terem cumprido a frequência escolar mínima exigida pelo programa. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), as famílias têm até 31 de agosto para apresentar recurso e regularizar a frequência - conseguindo assim o desbloqueio do benefício. A orientação do MDS é, ainda, que as famílias procurem o gestor responsável pelo programa em cada município, para que ele realize o envio desses dados.
Do total de famílias afetadas pela medida, 9.774 tiveram o recurso bloqueado de forma integral, enquanto outras 2.687 famílias tiveram o corte apenas no dinheiro vinculado aos jovens e adolescentes entre 16 e 17 anos.
Isso porque, segundo o MDS, quando a falta de assiduidade às aulas é de crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos, o recurso (que tem valor distribuído por pessoa) é retido por completo.
Essa faixa etária precisa ter um percentual mínimo de frequência de 85%. Já em se tratando dos adolescente de 16 e 17 anos a assiduidade exigida é de 75% e quando o percentual não é atingido só o valor remetido a eles é bloqueado e não o benefício de toda a família.
Ainda de acordo com o MDS, atualmente 560.671 estudantes estão inscritos no Bolsa Família na Paraíba. Além dos beneficiários que já tiveram o recurso suspenso, o órgão alertou que 16.287 estão sem a informação correta sobre a escola, que deveria estar registrada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e no Sistema Presença do Ministério da Educação (MEC).
Esses beneficiários tem até dezembro para procurar a gestão do programa de transferência de renda no município em que moram e identificar a instituição. Caso isso não seja feito, eles podem sofrer as penalidades que vão desde advertência ao cancelamento do benefício.
Segundo o secretário-executivo da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), Anderson Urtiga, a entidade tem orientado os gestores locais a buscarem os beneficiários com irregularidades. No entanto, muitos moram em áreas afastadas da cidade, o que estaria dificultando o trabalho dos gestores.
"As famílias, que são de baixa renda, muitas vezes recebem o cartão do programa e não se interessam mais em obedecer as contrapartidas. As campanhas são feitas pela assistência social local, mas as famílias também precisam se conscientizar. Esse é um problema que atinge o Brasil inteiro e não só a Paraíba", comentou o secretário-executivo da Famup.
Com G1-PB